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Grupo
Centerquimica
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Rua Marcos Toquetão, 258
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Jd.
Jussara - Araçatuba SP
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Fone/Fax:
(18)-631-1313
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DISPERSOL
589
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Antincrustante
para sistema de evaporação
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Dispersol
589 é uma solução aquosa a 40 % de poliacrilato de
sódio, especialmente desenvolvido como agente antincrustante
em evaporadores múltiplo efeito na indústria açucareira.
Quando usado adequadamente Dispersol 589 previne a
incrustação no interior dos tubos do conjunto de evaporação,
prolongando a campanha do sistema até 50 % e possibilitando
que a incrustação eventualmente formada seja removida
facilmente com menor tempo de limpeza
Mecanismo
de ação do Dispersol 589 na incrustação
A
incrustação no sistema de evaporação na indústria açucareira
tem origem nos sais que se encontram no caldo de
cana. Inicialmente esses sais estão solúveis no caldo,
porém devido a elevação da temperatura e da concentração
durante a evaporação o limite de solubilidade desses
sais é excedido, iniciando uma formação cristalina
que tende a se depositar nas paredes dos tubos formando
a incrustação.
O
produto Dispersol 589 quando presente em solução é
absorvido na superfície dos sais evitando um crescimento
estável da estrutura cristalina de modo que as pequenas
partículas formadas permaneçam em solução, aumentando
o limite de solubilidade desse sais, retardando a
precipitação causadora da incrustação.
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APLICAÇÃO
E DOSAGEM
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Apesar
de conhecermos a teoria de formação da incrustação e a composição
química da grande maioria dos sais presentes nos processos
de produção de açúcar, torna-se impossível quantificá-los,
devido à variação de matéria prima que entra no processo.
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FONGRAFLOC
F 30
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Agente
descolorante para refinarias de açúcar
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Considerações
Gerais
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Mesmo
considerando a evolução técnica obtida e introduzida nos processos
tradicionais de fabricação de açúcar cristal, que proporcionaram
um produto de qualidade e aparência agradável; o mercado ainda
exige e consome grandes quantidades de açúcar refinado.
0
refino do açúcar consiste principalmente na remoção de impurezas
orgânicas aniônicas, na maior parte substâncias corantes,
que necessitam ser neutralizadas e insolubilizadas para tornar
possível uma aglomeração para ser eliminada através de uma
flotação em presença de ar e de uma poliacrilamida aniônica.
0
produto Fongrafloc F30 por ser um polímero catiônico
de ação superficial facilita a adesão dessas substâncias corantes
acelerando a formação de flóculos e por conseqüência auxilia
a descoloração da calda.
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Especificações
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Composição...........................................................
poliquaternário de amônio
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Matéria
ativa..........................................................
33 2 %
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pH........................................................................
6,0 7,5
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Densidade
(20º C)...................................................
1,070 ‑ 1,090
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Viscosidade
(200 C Hoeppler...................................
12 cP.
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Teor
Residual de epicloridrina.....................................
máx. 10 ppm
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Teor
residual de 1,3‑dicloro, 2 propanol.......................
máx. 1000 ppm
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Aplicação
e Dosagem
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0 produto Fongrafloc F 30 pode ser diluído
de acordo com a conveniência do processo e a dosagem deve
ser decidida em função da qualidade do açúcar cristal processado;
porém em geral, a dosagem indicada varia entre 100 e 400 ppm.
|
|
Assim
sendo, cabe-nos sugerir uma dosagem inicial de Dispersol
589 baseada numa composição média, determinada por análises
de caldo clarificado, realizados em algumas unidades industriais;
e, com o decorrer da aplicação, ajustamos a dosagem em função
das características individuais de cada indústria.
Quanto
à aplicação, recomendamos que seja distribuída entre o pré
evaporador e as caixas de evaporação, uma vez que, pela diversidade
e concentração dos sais e da temperatura do processo, a incrustação
ocorre durante todo o sistema de evaporação.
|
|
Sugestão de aplicação e dosagem
|
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Pré
evaporador - 8 ppm
|
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3ª
caixa - 4 ppm
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|
4ª
caixa - 8 ppm
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Como acompanhar
a eficiência de Dispersol 589 ?
|
|
Para
acompanhar a eficiência da aplicação de Dispersol 589 sugerimos
realizar um balanço de dureza no sistema de evaporação, ou
seja, formar uma amostra composta do caldo clarificado e do
xarope final e diariamente determinar a dureza total pelo
método anexo.
A
eficiência do produto é então determinada pela expressão que
considera a dureza e a concentração dos fluxos de entrada
e de saída do sistema de evaporação, ou seja:
|
|
Quando:
R = 1 significa que nenhum material está
acumulando no
|
|
sistema, logo, não haverá incrustação.
|
|
R < 1 significa que está havendo
remoção de material
|
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incrustado no sistema.
|
|
R > 1 significa que está acumulando
material no sistema, logo, formando incrustação.
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FONGRASCALE
HOE
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Agente
complexante e dispersante para
|
|
sistemas
de evaporação em usinas de produção de açúcar
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COMPOSIÇÃO QUÍMICA
Sal sódico de poliácidocarboxílico.
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ESPECIFICAÇÃO
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Aparência
líquido marrom levemente turvo
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Teor
de sólidos 50 ± 1%
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Densidade
(25 ºC) 1,35 m/L
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pH
(tal qual 25 ºC) 8,3 - 9,5
|
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Peso
molecular de poliácidocarboxílico
2000
|
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INTRODUÇÃO
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O
extrato de cana de açúcar consiste numa solução aquosa que,
além da sacarose, contém inúmeros sais de natureza orgânica
(carbonatos, sulfatos, fosfatos silicatos, etc.) e inorgânica
(oxalante) que, durante o processo de evaporação tendem a
depositar nas paredes da tubulação, dificultando gradativamente
a operação de troca térmica, de tal modo que a concentração
do xarope obtido não seja suficiente para a seqüência eficiente
do processo produtivo. Neste caso, longas paradas são necessárias
para a execução de uma limpeza química ou mecânica.
|
|
Por que ocorre a incrustação?
|
|
À
medida que o caldo clarificado é aquecido e concentrado, os
sais nele presentes, oriundos da própria cana-de-açúcar, bem
como aqueles adicionados como insumos no processo de preparo
do caldo, são proporcionalmente concentrados e, desta forma,
a maioria deles atinge seu respectivo limite de solubilidade;
iniciando a formação de cristais, que tendem a depositar nas
paredes expostas do equipamento, formando uma camada rígida
e aderente, que diminui o coeficiente de transferência térmica
e a eficiência do sistema de evaporação.
|
|
Como
FONGRASCALE HOE reduz a incrustação?
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Fongrascale Hoe é considerado um agente complexante e dispersante, porque apresenta
as seguintes funcionalidades:
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modifica a estrutura de formação dos cristais
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aumenta a solubilidade de sais
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forma complexos repulsivos
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Considerando as funcionalidades apresentadas, fica
fácil entender como Fongrascale
hoe pode ser útil para reduzir a formação de incrustação
em sistemas de evaporação; senão vejamos:
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Ação
Complexante
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FONGRASCALE HOE numa interação de adsorção com a
semente de cristalização retarda e deforma a formação estrutural
do cristal de forma que:
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|
O retardamento da formação cristalina condiciona a
existência de soluções supersaturadas, diminuindo a formação
do foto gerador da encrustação.
|
|
A deformação cristalina dificulta uma organização rígida
e compacta dos sais cristalizados, resultando uma estrutura
amorfa de fácil remoção.
|
|
Ação Dispersante
|
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Os aglomerados cristalinos formados no complexo molecular
do FONGRASCALE HOE apresentam cargas iônicas similares, que
geram entre si uma força eletrostática repulsiva, mantendo-os
dispersos no meio ,e desta forma, evitando uma rápida disposição
do fator gerador da incrustação.
|
|

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Fig. I - Dados de laboratório mostrando o
poder complexante do produto FONGRASCALE HOE sobre CaCO3
e CaSO4 a 71 ºC durante 72 h.
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APLICAÇÃO
E DOSAGEM
|
|
Apesar de conhecermos a teoria de formação da incrustação
e a composição química da grande maioria dos sais presentes
nos processos de produção de açúcar, torna-se impossível quantificá-los,
devido à variação de matéria prima que entra no processo.
Assim sendo, cabe-nos
sugerir uma dosagem inicial de FONGRASCALE HOE baseada numa
composição média, determinada por análises de caldo clarificado,
realizados em algumas unidades industriais; e, com o decorrer
da aplicação, ajustamos a dosagem em função das características
individuais de cada indústria.
Quanto à aplicação, recomendamos que seja distribuída
entre o pré evaporador e as caixas de evaporação, uma vez
que, pela diversidade e concentração dos sais e da temperatura
do processo, a incrustação ocorre durante todo o sistema de
evaporação.
|
|
Sugestão de aplicação e dosagem
|
|
Pré evaporador - 8 ppm
|
|
3ª caixa - 4 ppm
|
|
4ª caixa - 8 ppm
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Como acompanhar a eficiência de FONGRASCALE HOE?
|
| |
|
Para
acompanhar a eficiência da aplicação de FONGRASCALE HOE sugerimos
realizar um balanço de dureza no sistema de evaporação, ou
seja, formar uma amostra composta do caldo clarificado e do
xarope final e diariamente determinar a dureza total pelo
método anexo.
|
|
A eficiência do produto é então determinada pela
expressão que considera a dureza e a concentração dos fluxos
de entrada e de saída do sistema de evaporação, ou seja:
|
|

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|
Quando:
R = 1 significa que nenhum material está
acumulando no sistema,
|
|
logo, não haverá incrustação.
|
|
R < 1 significa que está havendo
remoção de material incrustado no
|
|
sistema.
|
|
R > 1 significa que está acumulando
material no sistema, logo,
|
|
formando incrustação.
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|
MÉTODO
DE DETERMINAÇÃO DE DUREZA TOTAL EM CALDO DE CANA
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1.0 PRINCÍPIO
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Este método descreve a determinação da dureza total
em amostras de caldo de cana através da titulação complexométrica
com EDTA, após a digestão com ácido clorídrico para eliminação
dos interferentes.
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2.0 REAÇÕES
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Complexação:
M+2 + H2Y2-
MY2- + 2H+
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Ponto
Final: M Indic + H2Y2-
MY2- + H Indic2-
+ H+
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(vermelho)
(verde)
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Onde: M = ion
metálico (Ca2+ ou Mg+2)
|
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Indic = Indicacor (Eriocromo T)
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3.0 REAGENTES
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3.1 Solução tampão pH 10.
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|
3.2 Indicador Negro de Eriogromo T, pó 1% em NaCl
|
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3.3 Ácido clorídrico concentrado cerca 35%.
|
|
3.4 Solução de ETDA 0,01 M.
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4.0 APARELHAGEM
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4.1
Bureta de 50 ml menor divisão 0,1 ml.
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4.2
Pipetas volumétricas de 2,5 e 10 ml.
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4.3
Erlenmeyer de 250 ml.
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4.4
Proveta de 100 ml.
|
|
4.5
Bequer de 250 ml.
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5.0 PROCEDIMENTO
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5.1
Transferir, com o auxílio de proveta 100 ml da amostra
do caldo para bequer de 250ml.
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5.2
Adicionar 5 ml de ácido clorídrico concentrado.
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5.3
Digerir em banho-maria por cerca de 2 horas.
|
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5.4
Transferir uma alíquota de 2 ml da solução
obtida para o erlenmeyer de 250
|
|
ml.
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5.5
Adicionar,
com o auxílio de proveta, cerca de 80 ml de água destilada.
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5.6
Adicionar
10 ml da solução tampão pH 10 e uma ponta de espátula do
|
|
indicador Negro de Eriocromo T.
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5.7
Titular
com a solução de ETDA 0,01 M até a mudança de cor, de vermelho
|
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para verde.
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5.8
Anotar o volume gasto (V1).
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6.0 CÁLCULOS
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G (meq/l)
= V1 x fc x 10
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b
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Onde:
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G
= Dureza total, em meq/l.
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V1
= Volume (ml) da solução de EDTA 0,1 N, gasto
na titulação.
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fc
= fator de correção da solução.
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b
= alíquota (ml) da amostra.
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7.0 PRECISÃO
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Item não pesquisado.
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8.0 Tempo
de análise
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Cerca de 3 horas.
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9.0 PERICULOSIDADE
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9.1 Ácido
clorídrico
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Produto corrosivo, contato com a pele causa queimaduras,
dermatites e em contato com os olhos pode levar a cegueira
permanente. Inalação causa inflamação e ulceração do aparelho
respiratório. Ingestão causa corrosão do esôfago e estômago,
causando náuseas, vômitos, diarréia, podendo levar à morte.
Trabalhar com luvas de látex na capela.
|
PREVOL
LAT
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|
CONSIDERAÇÕES
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|
Esta
linha de produto tem o propósito de reunir numa única
fórmula propriedades de reduzir a tensão superficial
do meio, inibindo a formação de espuma, bem como uma
ação desespumante ou seja destruir um volume de espuma
já formada em processos fermentativos.
Para
isso associou-se compostos tensoativos com ácidos graxos
de origem vegetal que resultou num produto que pode
ser usado em processos alimentícios duplamente eficaz
no combate a espuma e sem deixar resíduos insolúveis
que provocam incrustações em equipamentos ou até mesmo
inibição no processo fermentativo.
|
|
Composição
: combinação de tensoativos etoxilados e
propoxilados com ácidos graxos de origem vegetal
|
|
Aspecto
: líquido límpido amarelado
|
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Densidade
( 20° C ) : 0,99 g / l
|
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Viscosidade
Brookfield (25° C ) : 250 - 400
cP
|
|
pH
( 1 % em isopropanol 10 % ) : 6,5
à 7,5
|
|
Teor
de sólidos ( 2 h - 105° C ) : 99 %
|
|
Água
( KF ) :
máx. 0,50
|
|
Aplicação
: O produto Prevol LAT é utilizado como
preventor de espuma e desespumante em processos fermentativos,
torres de refrigeração e outros processos espumantes.
|
|
Devido
suas propriedades tensoativas não deixa resíduo em
suspensão e a dosagem deve ser adequada para cada
modalidade.
|
|
FONGRAMID
DMAS
|
|
Fongramid
DMAS é uma dimetilamida de ácido graxo de soja altamente eficiente
como agente penetrante e dispersante com propriedades antiespumante.
Fongramid DMAS é também eficaz como solvente, inibidor de
corrosão e auxiliar de limpeza química devido sua estabilidade
mesmo em extremos de meios ácidos e alcalinos. A combinação
dessas propriedades torna o produto Fongramid DMAS útil para
uma ampla gama de aplicações tais como:
‑Tratamento de água de refrigeração,
sistemas de lavagem de ar e outros sistemas de água industrial
para controlar depósitos orgânicos e corrosão.
‑Tratamento de água de caldeira
e linhas de vapor condensado para controlar corrosão causada
por ácidos voláteis e dissolvidos.
‑Componentes em formulações de limpeza química
ou decapantes na forma ácida ou alcalina, removedores de pintura
etc.
‑Solvente coadjuvante para pesticidas e inseticidas
agrícolas.
‑Penetrante e dispersante orgânico em sistemas
de manuseio de óleo cru ou refinado
‑Melhora a filtrabilidade de soluções viscosas.
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ESPECIFICAÇÕES
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Estado físico
‑ líquido
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Aspecto
‑ límpido levemente amarelo
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Ingrediente ativo
‑ 100%
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Índice de acidez(
mg KOH/g) ‑ máx. 5.0
|
|
Cor iodo (mg lodo/
100 ml) ‑ máx. 10.0
|
|
Solubilidade em
água ‑ muito baixa porém
dispersa‑se
|
|
rapidamente sob agitação
|
|
Fongramid
DMAS pode ser aplicado diretamente na forma como está embalado
através de bomba dosadora, ou diluído em solventes orgânicos
tanto polar como apoiar. Fongramid DMAS dispersa de imediato
em soluções aquosas, porém sua solubilidade em água é bastante
limitada; assim sendo em tratamento de água e outras aplicações
industriais o produto deve ser adicionado em pontos de forte
agitação. Quando incluído em formulações aquosas é necessário
o uso de um outro emulsificante para manter a estabilidade
da solução.
|
|
APLICAÇÕES
ESPECIAIS
|
|
Compostos
de Limpeza Alcalina:
|
|
0
uso de 0,1 % de Fongramid DMAS em soluções de limpeza alcalina
proporciona uma rápida e completa remoção dos depósitos e
os sistemas tratados com soluções contendo Fongramid DMAS
permanecem livre de depósitos por um longo período devido
ao filme residual que o produto forma na superfície.
|
|
Compostos
de Limpeza Ácidas:
|
|
0
uso de Fongramid DMAS em agentes decapantes e outras soluções
de limpeza ácida facilita a penetração dessas soluções através
dos depósitos, soltando‑os rapidamente e reduzindo o
ataque ácido ao metal.
|
|
A
pratica mostra que uma combinação de 10 % v.v. de Fongramid
DMAS em ácido muriático e suficiente para esta aplicação;
contudo fórmulas contendo outros inibidores de ácido como
Inibidor 5462 proporcionam uma completa inibição do ataque
ácido em metais.
|
|
Para
uma perfeita estabilidade dessa formulação recomenda‑se
a utilização de um emulsificante como Arkopal N‑060
|
|
Tratamento
de Água de Refrigeração:
|
|
Fongramid
DMAS é usado sozinho ou em formulação de produtos que controlam
depósitos e reduzem a corrosão em sistemas de tratamento de
água em geral. O produto forma um fino filme na superfície
metálica protegendo contra a corrosão. A necessidade de Fongramid
DMAS varia de acordo com a quantidade e tipo do material suspenso
presente, mas nos casos típicos de sistemas de tratamento
de água de refrigeração circulante recomenda‑se uma
dosagem inicial de até 300 ppm do produto para formar o filme
protetivo e posterior dosagem continua de 1 a 5 ppm para manter
a concentração requerida.
|
|
Tratamento
de Água de Caldeira
|
|
Fongramid
DMAS volatiliza com vapor e seu uso é recomendado para inibir
corrosão em linhas de retorno de condensado , devido à formação
de um filme protetivo.
|
|
Fongramid
DMAS pode ser adicionado tanto na alimentação de água de tal
modo a manter uma concentração de 10 ppm na caldeira como
diretamente na linha de vapor, neste caso recomenda‑se
uma dosagem de 5 ppm baseado na massa de vapor.
|
|
Solvente
Coadjuvante
|
|
Fongramid
DMAS é usado como inibidor de espuma, solvente ou emulsificante
não íônico para a preparação de formulações líquidas industriais
e agrícolas. Ele é utilizado em formulações onde um solvente
ou dispersante precisa ser usado em baixas quantidades e ainda
proporcione pronta dispersabilidade de produtos. Fongramid
DMAS pode ser usado em combinação com muitos outros solventes
orgânicos e surfactantes para proporcionar um balanço conveniente
de solvente e característica dispersante.
|
|
APLICAÇÃO E DOSAGEM
|
|
O produto Fongrabac TC deve ser
aplicado em pontos da moenda que melhor facilitem sua distribuição
nos locais considerados críticos para o desenvolvimento de
microorganismos.
O mais indicado é aplicá-lo na
água de embebição e na esteira de entrada de cana na moenda.
A dosagem recomendada do produto
Fongrabac TC é de 20 a 30 gramas por tonelada de cana processada.
|
|
EFEITO SOBRE MICROORGANISMOS
|
|
Resultados laboratoriais mostrando
o efeito de Fongrabac TC sogre microorganismos encontrados
em processos de produção de açúcar e álcool:
|
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MICROORGANISMOS
Dosagens ppm
|
|
0 30 50 80
100
|
|
Leuconostoc
mesenteroides PP PN
NN NN NN
|
|
Bacillus
subtillis PP
NN NN NN NN
|
|
Lactobacillus
confusus PP NN
NN NN NN
|
|
P = presença
de crescimento de microorganismos
|
|
N = ausência
de crescimento de microorganismos
|
|
Dados
obtidos em laboratório pela técnica de Ledenberg & Ledenberg
modificada, com cepas isoladas de processos industriais.
|
|
EMBALAGEM E ARMAZENAGEM
|
|
O
produto Fongrabac TC é fornecido em tambores metálicos de
200 kg. Recomendamos manter os tambores em local coberto,
a uma temperatura máxima de 49 ºC e temperatura mínima de
2ºC.
|
|
FICHA DE EMERGÊNCIA
/ SEGURANÇA
|
|
Número da ONU 3006
tóxico
|
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Comercial
Fongrabac
TC
|
|
ASPECTO
|
|
Líquido,
cor amarelo a marrom, odor de enxofre. Levemente solúvel em
água. Decomp. perigosa: metilamina, óxidos de carbono, de
nitrogênio e de enxofre.
|
|
MEDIDAS
DE PROTEÇÃO, ESTOCAGEM E MANUSEIO
|
|
Medidas
de proteção técnica (gerais)
|
|
Armazenar
em local fresco e seco, afastado de ácidos. Manter embalagens
fechadas.
|
|
Equipamentos
de proteção individual
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Luvas
e avental de PVC, proteção respiratória, óculos de segurança.
|
|
MEDIDAS DE PROTEÇÃO,
ESTOCAGEM E MANUSEIO (cont.)
|
|
Higiene do Trabalho (cuidado
após manuseio)
|
|
Manter
limpo o local de trabalho.Evitar contato com a pele e olhos.
|
|
Proteção contra fogo e explosão
|
|
Pode
haver liberação de vapores tóxicos e inflamáveis quando o
produto é aquecido: dissulfeto de carbono, sulfeto de hidrogênio
e metilamina. Resfriar embalagens expostas ao fogo com água
em forma de neblina.
|
|
Descarte
|
|
Depositar
em aterro químico aprovado pelas autoridades locais. Não reutilize
embalagen. Encha-as com água e descarte conforme lei vigente.
|
|
Dados toxicológicos
|
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DL50:
oral: 346mg/kg (ratos)
|
|
DL50:
dérmica: 900 mg/g (coelhos)
|
|
Dados ecológicos (meio ambiente)
|
|
Evitar
que atinja esgotos ou cursos d'água.
|
|
RISCOS
|
|
Fogo
Não é inflamável. Na queima libera vapores tóxicos e inflamáveis
se for aquecido mais de 80 ºC.
|
|
Saúde
Severa
irritação dos olhos e da pele. Pode provocar alergia na pele.
Se for inalado por longo tempo, pode ter efeito narcótico
e congestionar as vias respiratórias.
|
| |
|
Meio
Ambiente Em
grandes quantidades contamina água, solo e ar. Causa danos
à flora e fauna.
|
|
SE OCORRER ISTO
|
|
FAÇA ISTO
|
|
Vazamento - Isolar e sinalizar a área.
|
|
|
|
óculos de segurança.
|
|
- Eliminar
o vazamento se possível.
|
|
- Cobrir a porção vazada com terra ou areia.
|
|
- Evitar
que o produto atinja bueiros, esgotos, cursos d'água, etc
|
|
|
|
do veículo, etc.)
|
|
|
|
recipientes fechados, transportar para local
seguro para receber
|
|
tratamento adequado para incineração. Limpar
bem a área.
|
| |
|
Fogo
- Não é inflamável.
|
|
-
Agentes extintores: água em forma de neblina.
|
|
|
|
neblina.
|
|
-
Utilizar equipamento de proteção respiratória.
|
|
|
|
produto é aquecido: dissulfeto de carbono, sulfeto
de hidrogênio
|
|
e metilamina.
|
|
-
Utilizar equipamento de proteção respiratória.
|
|
|
|
Poluição
- Pequenas proporções: avisar a Clariant
S/A.
|
|
-
Grandes proporções: avisar a Polícia Rodoviária, Corpo de
Bombeiros,
|
|
Defesa Civil, órgãos de proteção ao meio ambiente e
a Clariant S/A
|
|
|
|
|
|
corrente e sabão durante 15 minutos.
|
|
|
|
atendimento oftalmológico.
|
|
|
|
necessário ou respiração artificial se houver parada
respiratória.
|
|
|
|
chamar um médico. Em todos os casos, procurar auxílio
médico.
|
|
|
|
Médico
- Fazer lavagem gástrica nos casos de ingestão. Tratamento
sintomático. A ingestão causa náuseas, vômitos e diarréia.
A absorção é lenta, em grandes quantidades pode produzir
fraqueza muscular que progride para uma condição de paralisia
escedente e finalmente uma paralisia respiratória.
|
|
MÉTODO
RÁPIDO PARA ESTIMAR SUBSTÂNCIA ATIVA
|
|
EM
SOLUÇÕES DE DITIOCARBOMATOS (ORGANOSSULFUROSOS)
|
|
CONCENTRAÇÃO
(%)
|
|
DENSIDADE ÍNDICE DE REFRAÇÃO
|
|
4
|
|
1.0164 1.3438
|
|
8
|
|
1.0312 1.3530
|
|
12
|
|
1.0480 1.3641
|
|
16
|
|
1.0664 1.3743
|
|
20
|
|
1.0844 1.3856
|
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24
|
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1.1016 1.3980
|
|
28
|
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1.1212 1.4098
|
|
32
|
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1.1400 1.4220
|
|
36
|
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1.1596 1.4329
|
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40
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1.1894 1.4453
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PROCEDIMENTO : DETERMINAÇÃO
DE DENSIDADE g/cm³
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A)
Tomar uma alíquota de 25 ml
do produto com uma pipeta volumétrica de
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sopro.
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B)
Limpar rapidamente com cuidado o bico da pipeta.
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C)
Escorrer o pipetado sobre um béquer tarado numa balança analítica.
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D)
Anotar o resultado (massa) e dividir por 25 (volume da pipeta).
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FONGRABAC
TC
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Agente
bactericida para moendas de cana-de-açúcar
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COMPOSIÇÃO
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Etilenobisditiocarbamato
de sódio hexahidratado 36%
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Dimetilditiocarbamato
de sódio 4%
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Ingrediente
inerte
60%
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CARACTERÍSTICAS
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Substância
ativa 40%
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Aspecto
líquido com cor âmbar
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PH
( 50 % v/v) 9 - 11
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ATIVIDADE MICROBIOLÓGICA
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O
produto Fongrabac TC desenvolve excelente ação bactericida
sobre inúmeras espécies bacterianas presentes no processo
industrial de açúcar e álcool; em especial a Leuconostoc-mesenteróides
que, quando presentes nas moendas, polimerizam a sacarose
da cana-de-açúcar, formando a dextrana, que compromete o processo
e diminui o rendimento industrial.
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A
ação bactericida do Fongrabac TC ocorre por paralisação metabólica
da célula, devido a reação do produto com o meio intracelular.
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APLICAÇÃO
E DOSAGEM
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O produto Fongrabac
TC deve ser aplicado em pontos da moenda que melhor facilitem
sua distribuição nos locais considerados críticos para o desenvolvimento
de microorganismos.
O mais indicado
é aplicá-lo na água de embebição e na esteira de entrada de
cana na moenda.
A dosagem recomendada
do produto Fongrabac TC é de 20 a 30 gramas por tonelada de
cana processada.
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EFEITO SOBRE MICROORGANISMOS
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Resultados
laboratoriais mostrando o efeito de Fongrabac TC sogre microorganismos
encontrados em processos de produção de açúcar e álcool:
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MICROORGANISMOS
Dosagens ppm
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Leuconostoc
mesenteroides PP PN NN
NN NN
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Bacillus
subtillis PP NN
NN NN NN
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Lactobacillus
confusus PP NN NN
NN NN
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P =
presença de crescimento de microorganismos
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N =
ausência de crescimento de microorganismos
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Dados
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